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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

O E-commerce no Natal

Num estudo feito pela Netsonta, revelou-se que 25% das compras neste natal seriam feitas pela internet.

Dos que fazem compras em sites e lojas online, 76% referem a facilidade no processo de aquisição e o acesso a promoções exclusivas como os motivos que mais os atraem neste modelo de compras. Outros 52% indicam que adquirir presentes na Internet representa uma poupança de tempo, enquanto 48% admite fazê-lo para evitar as confusões nas lojas.

Conseguir comprar produtos que não existem em Portugal - com 46% das respostas - e conseguir comparar preços e produtos de forma mais simples - 44% dos inquiridos - são outros motivos apontados como positivos nas compras online. Em contrapartida, dos 75% que não fazem compras de Natal online, a maior razão apontada foi "gostar de escolher fisicamente/pessoalmente os presentes".

Dos que fazem compras na Internet, 83% admitem comprar mais de metade dos presentes através das lojas online. Os sites de lojas físicas são os mais visitados para a escolha de presentes, seguidos das lojas online dedicadas e dos sites especializados de comparação. Destaque para os 20% de inquiridos que revelaram recorrer a plataformas de compras em 2ª mão como fonte de informação sobre os presentes a comprar.

Ainda de acordo com a Netsonda, "o SMS é o meio preferencial para enviar votos de Boas Festas, referido por 78% dos inquiridos". Na segunda posição aparece o correio eletrónico com 56% e logo a seguir as redes sociais com 54% das respostas.

O estudo "O Natal e a Internet em Portugal" da empresa de análise foi realizado durante o mês de novembro e teve por base o inquérito a "320 indivíduos representativos do universo de utilizadores de internet em Portugal", de acordo com o comunicado.

Fonte: SapoTek

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

O uso das cores no e-commerce

e-commerceQuando o tema é Comércio electrónico, todos os pontos são debatidos por forma a converter o máximo de clientes. As cores não são esquecidas, porque actualmente é uma certeza que estas afectam o comportamento do consumidor, e a sensação que adquirem de notoriedade e fiabilidade do site.
As cores são uma forma de comunicar inconsciente, associando-as a sentimentos e sensações.
Portanto tanto na criação de um site típico, ou na criação de um site de e-commerce é necessário estudar tanto o tipo de público-alvo que irá adquirir os produtos comercializados, e que tipos de utilização irão ter com o site.

Alguns exemplos do papel das cores no comércio electrónico:
•    Amarelo – Associado á juventude e determinação, é usada principalmente para chamar a atenção de destaques.
•    Azul – Associado á segurança e garantia, e portanto usado muitas vezes em logos de bancos e instituições financeiras. Portanto se o mercado da loja virtual for esse, a cor eleita para o público-alvo seria sem dúvida o azul.
•    Branco – Uma cor que lembra a simplicidade e o minimalismo, é associada á pureza e á paz, e portanto importante para produtos que queiram reflectir leveza e harmonia.
•    Laranja – Uma Cor afirmativa, que incentiva o leitor ao Call to action.
•    Preto – Uma cor que realça a sensação de estilo e elegância, e portanto muito usada no comér-cio mais ligado ao luxo e á moda.
•    Rosa – Associada á feminidade é usada, quase como obrigatoriamente, em lojas viradas para o público-alvo feminino.
•    Verde – Associada á confiança como o azul, e á natureza.
•    Vermelho – Cor associada á urgência, mas também utilizada em temas como o amor e a paixão.


quinta-feira, 18 de julho de 2013

Sites portugueses de eCommerce revelam expectativas de crescimento

Apesar da situação económica os sites portugueses de comércio eletrónico esperam conseguir este ano um crescimento de vendas e de clientes, depois de um primeiro trimestre positivo. As exportações também aumentaram.
"Os resultados deste período apontam para três grandes tendências que consideramos serem da máxima relevância para o nosso país, testemunhando as enormes potencialidades que o comércio eletrónico possui: o aumento do número de sites inquiridos que realizou vendas no estrangeiro; o aumento da percentagem de vendas realizadas através de dispositivos móveis; e a preferência pelas redes sociais como plataformas de comunicação e divulgação das marcas e dos negócios", refere o presidente da Associação do Comércio Eletrónico e da Publicidade Interativa (ACEPI).
Para o resto do ano as expetativas de evolução são positivas, com 27% dos sites a considerarem que vão manter o ritmo de vendas, apesar da conjuntura económica desfavorável.


www.webuild.pt
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